Club de
Ubatuba

CHECK LIST do Clube

Ficar em dia no Unyclub é rápido, fácil e faz muita diferença! Neste documento apresentamos um resumo das principais Funções Administrativas do sistema Unyclub para orientar os clubes a cumprirem as metas propostas pela Equipe Distrital. Arquivo disponível na pasta IMAGEM PÚBLICA emhttps://www.kassima4571.org.br/downloads

Postado em 23 de Maio de 2020

Campanha: sua meta nosso sucesso.

No último dia 15 maio, mais de 250 clubes brasileiros finalizaram a inserção de metas 2020-21 no Rotary Club Central e foram reconhecidos com um certificado emitido pelo RI Brazil Office. Como deve saber, as metas são o planejamento do sucesso do clube! Por isso, incentivamos que discutam quais ações e conquistas planejam para o novo ano rotário que se inicia em 1 de julho e Insira as metas 2020-21 o quanto antes. As metas para o ano entrante foram simplificadas e centralizadas no Rotary Club Central. É fácil e rápido! Materiais de referência: Guia de Planejamento Estratégico e o Rotary Club Central. Bom trabalho!

Postado em 22 de Maio de 2020

Como apoiar os estudantes do Intercâmbio de Jovens durante a pandemia de covid-19

Pelos funcionários do departamento de Intercâmbio de Jovens e de Proteção a Jovens do Rotary International Enquanto o mundo enfrenta desafios extraordinários em meio à pandemia do coronavírus, os participantes do Intercâmbio de Jovens do Rotary também estão enfrentando desafios inusitados. O Rotary International está trabalhando com líderes de clubes e distritos para assegurar que a saúde e a segurança dos estudantes continuem sendo a maior prioridade, quer eles permaneçam no país anfitrião ou retornem para casa. Prezar pela segurança dos estudantes inclui oferecer apoio emocional àqueles que estão passando por uma experiência bem diferente do que esperavam. Para ajudar as pessoas envolvidas no programa, pedimos para dois líderes do Intercâmbio de Jovens compartilhar as melhores maneiras de apoiar os intercambistas durante esses tempos inusitados. Tom Overbaugh, ex-governador do Distrito 7170, conta que, ao optar por mandar os estudantes de volta para casa antecipadamente, o distrito chegou à conclusão de que também precisava oferecer apoio emocional, pois alguns jovens estavam com medo da viagem ou da quarentena. Ele compartilhou os conselhos que recebeu da dirigente de Intercâmbio de Jovens do seu distrito, Michele Hughes: Siga os conselhos do governo local e autoridades da saúde. Muitos alunos que voltarem para casa terão que ficar de quarentena (possivelmente isolados até de suas famílias) por um período de 14 dias. Este pode ser o maior desafio, já que, depois de um longo período de separação, os familiares querem ficar fisicamente próximos uns dos outros, e não socialmente distantes. No entanto, é importante reconhecer o potencial de exposição ao vírus, e seguir os conselhos do governo local e especialistas em saúde. Rematricule o estudante em sua escola local. Os pais dos intercambistas que voltarem para casa antecipadamente devem entrar em contato com seu distrito escolar para perguntar sobre a possibilidade de matriculá-los em cursos semestrais. A participação nas aulas dá aos jovens algo importante em que se concentrar, em vez de se preocupar com o retorno antecipado do intercâmbio. Fale com o estudante sobre sua experiência de intercâmbio. Depois que voltarem para casa, os intercambistas devem participar de uma sessão em grupo organizada pela Comissão Distrital de Intercâmbio de Jovens. Além de dar aos jovens a oportunidade de ouvir e compartilhar experiências e apoiar uns aos outros, a reunião fornece à comissão informações valiosas sobre como eles se sentem. Determine o tipo de apoio que os estudantes precisam. Nem todos os estudantes precisam do mesmo tipo de apoio emocional. Alguns se sentem mais à vontade falando com conselheiros escolares, enquanto que outros gostam de responder perguntas sobre sua experiência no intercâmbio. Pat Carson, coordenadora de estudantes outbound do Distrito 5080, compartilhou os seguintes conselhos: Preze pela saúde mental – A Comissão de Intercâmbio de Jovens do nosso distrito tem um conselheiro de saúde mental que contata cada estudante que volta para casa mais cedo para oferecer apoio. Esta assistência é muito importante, especialmente durante a atual crise de covid-19. Contate os estudantes após o intercâmbio – Contatamos todos os estudantes que retornaram para casa antecipadamente por meio de videoconferência para que possam compartilhar o que estão vivenciando e apoiar uns aos outros. Adapte-se à nova situação – É importante oferecer apoio às famílias anfitriãs e estudantes que ainda estão sendo hospedados em nosso distrito. Como os intercambistas não podem mais participar de reuniões presenciais, nós usamos as videoconferências para nos comunicarmos com eles. Embora este não seja o intercâmbio para o qual eles se inscreveram, após falar com as famílias e considerar todas as informações fornecidas pelo governo e autoridades da saúde, os pais de alguns dos nossos estudantes inbound decidiram deixar seus filhos continuar o intercâmbio e permanecer onde estão. Apoie as famílias anfitriãs – Diante da atual situação, é mais importante do que nunca apoiar as famílias anfitriãs. Como exemplo, eu estou hospedando um estudante que se mudou para nossa casa uma semana antes do distanciamento social ser colocado em prática. Como no momento não há atividades escolares ou sociais, estamos encontrando novas maneiras de nos manter engajados, seja praticando o idioma ou falando com amigos e familiares on-line. Muitas outras famílias anfitriãs podem estar vivenciando circunstâncias similares, portanto, não deixe de contatá-las regularmente.

Postado em 19 de Maio de 2020

Rotary apoia pesquisa inédita no Brasil sobre Zika vírus

Em 2015 e 2016, o Brasil sofreu com a epidemia do Zika vírus, na qual a consequência mais marcante foi o nascimento, em muitas partes do país, de crianças com microcefalia, causada pela infecção da mãe durante a gravidez. Foi nesse contexto que o Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy desenvolveu um projeto para equipar um ambulatório de pesquisa para acompanhamento de crianças expostas ao vírus, que trabalha de maneira inédita no Brasil. “Nosso estudo é o único no Brasil que tem acompanhamento das gestantes e das crianças. Acompanhamos crianças normais que nasceram no mesmo período e comparamos com as doentes. Vemos quais as diferenças nos dois casos e conseguimos avaliar os riscos”, explica Saulo Duarte Passos, pesquisador principal do COHORT Zika-Jundiaí e professor titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O projeto de acompanhamento de mães e crianças teve início em março de 2016, dentro da Faculdade de Medicina de Jundiaí, mas não contava com os equipamentos necessários para o desenvolvimento adequado da pesquisa e tratamento de todas as crianças. Foi apenas em 2018, quando Passos teve contato com o Rotary Club local que o projeto do ambulatório de pesquisa começou a se tornar realidade. “Tivemos muitos casos de Zika na região e o professor Saulo foi convidado para dar uma palestra no Rotary sobre a pesquisa que ele estava liderando”, conta Alexandre Censi, membro do Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy, que liderou o projeto. “Ele nos passou a descrição dos equipamentos e os benefícios que poderiam ser colhidos com isso”, complementa. Com o espaço cedido pela prefeitura da cidade e pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, foi possível realizar a instalação do ambulatório, que é ligado ao Hospital Universitário. O Rotary de Jundiaí equipou 100% do ambulatório, o que inclui aparelhos de uso médico, mobília e equipamentos de informática. O total investido foi de US$ 39.500, com apoio do Rotary Club Central Chester County, de Lionville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Fundação Rotária. “O objetivo da pesquisa é entender a Síndrome da Zika Congênita, seus fatores de risco e a evolução da criança”, destaca Passos. “O ambulatório acompanha o desenvolvimento neuropsicomotor, o crescimento e desenvolvimento da criança (peso e altura), e as complicações que a doença causa”, diz. O médico e sua equipe acompanham 690 mães desde a gestação e outras 133 que entraram no estudo posteriormente, em um total de 823 casos estudados. Deste total, 58 crianças nasceram com microcefalia e estão sendo tratadas e estudadas pela equipe de Passos, composta por 15 profissionais. No ambulatório, que ao mesmo tempo que presta atendimento médico, serve de local de pesquisa sobre o Zika vírus e suas consequências, a equipe acompanha cerca de 500 crianças, com e sem microcefalia, fazendo a comparação entre elas para analisar os efeitos do vírus. As crianças sem microcefalia fazem parte do grupo de controle (aquele com o qual se compara o grupo que está sendo avaliado). Passos destaca a importância desse grupo de controle, já que há fatores de risco que aumentam a chance de mulheres gestantes terem filhos com microcefalia. Alguns desses fatores são a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, obesidade e hipertensão, entre outros de menor relevância. Há, porém, crianças que desenvolveram microcefalia por outros fatores, que não a infecção pelo vírus. “Muitas crianças com microcefalia tiveram restrição de crescimento intrauterino, que tem inúmeras causas”, conta o médico. Existem ainda as crianças que nasceram com microcefalia sem que isso esteja relacionado ao Zika vírus, mas sim a outros patógenos. Com tantos fatores a serem analisados, a equipe de Passos faz o acompanhamento mensal das mães e das crianças. As que têm microcefalia fazem diferentes tratamentos, como de fisioterapia e fonoaudiologia. Elas também têm atendimento pneumopediátrico, de infectologia, odontologia e musicoterapia. Uma sequela comum que o Zika vírus também deixa nas crianças é a deficiência visual. De acordo com o médico, 25% das crianças com mães que foram expostas ao vírus tiveram problemas de visão, explica Passos sobre descoberta feita em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O envolvimento do Rotary Club de Jundiaí no projeto do ambulatório de pesquisa foi benéfico para os dois lados. Ao liderar o projeto dentro do clube, Censi conta que aprendeu bastante sobre o tema enquanto o estudava para o desenvolvimento de seu trabalho. “Para escrever o projeto, eu o acompanhei por cerca de seis meses. É muito importante para nós, membros do Rotary, saber se o investimento será bem aplicado”, aponta. Já o professor Passos destaca “a amplitude do que o Rotary fez” para o projeto. Ele conta que o ambulatório, além do trabalho sobre o Zika vírus, também dá assistência a crianças que saíram da UTI, da enfermaria e ainda para prematuros. “Essas crianças terão um espaço com atendimento por médicos especialistas, que não seria possível se não tivéssemos o ambulatório”. O trabalho de pesquisa sobre o Zika vírus realizado em Jundiaí é feito em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Universidade de Barcelona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade do Sul da Flórida, Universidade de Estocolmo e o Ministério da Saúde do Brasil.

Postado em 13 de Maio de 2020

Rotary: brasileiros se destacam no combate à Covid-19

Os membros do Rotary no Brasil vêm se destacando nas ações de combate à pandemia de coronavírus. Dos mais de 150 projetos aprovados para utilização do Fundo para Assistência em Casos de Desastres pela Fundação Rotária no mundo, o Brasil é o terceiro país com maior número de projetos aprovados até o momento, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos. Até o dia 20 de abril, o Brasil teve 20 projetos aprovados para utilização do fundo de desastres para a compra de equipamentos de combate à Covid-19, além de suprimentos para pessoas carentes. Com a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde nos hospitais, os projetos dos Rotary clubs se concentram na compra de materiais como luvas e máscaras cirúrgicas, face Shields (protetores faciais de plástico), materiais de higiene e outros itens necessários aos cuidados de médicos, enfermeiros e pacientes. Como destaca Mário César de Camargo, diretor do Rotary International, a pandemia mostrou a rápida capacidade de reação dos membros da organização no Brasil. “Quando surgiu a oportunidade, eles imediatamente se engajaram e, como a outorga do subsídio é na base do primeiro que chega é o primeiro que é servido, eles se colocaram bem na lista, e tiveram 20 dos 159 projetos que foram aprovados no mundo”, aponta.  Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária, explica como a entidade modificou seus critérios e procedimentos para que os membros do Rotary de todo o mundo pudessem desenvolver e implementar projetos de combate à pandemia. “Quando se falava em assistência a desastres, se falava em tsunami, em excesso de chuvas, em coisas que fossem realmente destruidoras a partir do meio ambiente. E agora, a grande flexibilização foi determinar que a doença pode ser considerada também um desastre”, explica. Para possibilitar a implementação dos projetos, alguns processos foram modificados dentro da Fundação Rotária, como a dispensa da necessidade de fundos vindos de um parceiro internacional, e a possibilidade da utilização do Fundo Distrital de Utilização Controlada (FDUC) também para os projetos voltados à Covid-19. “O fundo de auxílio a desastres tem um procedimento que é praticamente aprovação default (padrão). A pessoa pediu dinheiro, ela recebe. A Fundação Rotária confia que o distrito* vá fazer uma aplicação devida desse dinheiro”, diz Mário César. “A Fundação Rotária, ao flexibilizar as regras, tornou tudo muito fácil”, avalia Hipólito. Até o momento, a Fundação Rotária já disponibilizou US$ 4 milhões para a realização de projetos de combate ao coronavírus no mundo, utilizando o Fundo para Assistência em Casos de Desastres. Cada projeto pode receber até US$25 mil para sua implementação. Com a alta cotação do dólar no Brasil, os projetos aqui realizados têm recebido uma média de R$ 127.500 cada. No total, os projetos realizados aqui com a utilização deste fundo já receberam cerca de US$ 500 mil ou R$ 2,55 milhões. Além dos projetos que utilizam o fundo de desastres, alguns distritos* também estão desenvolvendo projetos com a utilização de subsídios globais (que apoiam atividades internacionais maiores), também para a compra de EPIs, envolvendo valores de US$ 30 mil a US$ 52 mil cada. No total, a Fundação Rotária já disponibilizou mais de US$ 7,20 milhões para utilização em projetos de subsídios globais no mundo. Entre os projetos realizados no país, Mário César destaca o do distrito* 4420, que inclui a compra de oxímetros para hospitais do estado de São Paulo. O aparelho mede o nível de oxigenação na corrente sanguínea do paciente, alertando os médicos quando esse nível está abaixo do ideal. Hipólito aponta outra iniciativa de impacto, como a do distrito* 4760, que possibilita a compra de equipamentos de segurança para 26 hospitais em 22 cidades do estado de Minas Gerais, além da utilização da verba de sua conferência distrital em um projeto de subsídio global também para o combate ao coronavírus. Vale lembrar que, além das iniciativas realizadas com os fundos da Fundação Rotária, centenas de Rotary clubs de todo o Brasil têm se mobilizado diariamente com suas próprias verbas para a confecção e distribuição de equipamentos de proteção individual, cestas básicas e kits de higiene em um esforço conjunto para combater a propagação da doença do país. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Fonte: Blog Vozes do Rotary (leia a publicação original em https://rotaryblogpt.wordpress.com/2020/05/04/rotary-brasileiros-se-destacam-no-combate-a-covid-19/#more-2151)

Postado em 13 de Maio de 2020

Tem Início o PETS do Distrito 4571

Na noite de hoje (08/05) teve início o PETS (Seminário de Treinamento de Presidente Eleito). O treinamento que contou com a participação de cerca de 125 Rotarianos. Palestras como "O Rotary no mundo Contemporaneo" e  "O Seu ano como Presidente" apresentadas pelos Governadores Paulo Eduardo Fonseca e Xico Reis (Instrutor Distrital) deram um brilhantismo a noite. Este PETS que será marcado como o primeiro no modelo virtual do Distrito certamente teve a aprovação por parte dos participantes. A Governadora eleita Kassima Timoni Góes Campanha disse estar totalmente feliz e satisfeita com o comprometimento de todos.

Postado em 08 de Maio de 2020

Tem Início o PETS do Distrito 4571

Na noite de hoje (08/05) teve início o PETS (Seminário de Treinamento de Presidente Eleito). O treinamento que contou com a participação de cerca de 125 Rotarianos. Palestras como "O Rotary no mundo Contemporaneo" e  "O Seu ano como Presidente" apresentadas pelos Governadores Paulo Eduardo Fonseca e Xico Reis (Instrutor Distrital) deram um brilhantismo a noite. Este PETS que será marcado como o primeiro no modelo virtual do Distrito certamente teve a aprovação por parte dos participantes. A Governadora eleita Kassima Timoni Góes Campanha disse estar totalmente feliz e satisfeita com o comprometimento de todos.

Postado em 08 de Maio de 2020

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CHECK LIST do Clube

Ficar em dia no Unyclub é rápido, fácil e faz muita diferença! Neste documento apresentamos um resumo das principais Funções Administrativas do sistema Unyclub para orientar os clubes a cumprirem as metas propostas pela Equipe Distrital. Arquivo disponível na pasta IMAGEM PÚBLICA emhttps://www.kassima4571.org.br/downloads

Em 23/05/2020

Arrecadação de Alimentos

O Rotary Club de Campos do Jordão em parceria com o Grupo Pão de Açucar, segue a ação de arrecadação de alimentos para as montagens de cestas básicas para serem entregues às familias carentes de Campos do Jordão

Em 18/05/2020 por Rotary Club de Campos do Jordão

Rotary apoia pesquisa inédita no Brasil sobre Zika vírus

Em 2015 e 2016, o Brasil sofreu com a epidemia do Zika vírus, na qual a consequência mais marcante foi o nascimento, em muitas partes do país, de crianças com microcefalia, causada pela infecção da mãe durante a gravidez. Foi nesse contexto que o Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy desenvolveu um projeto para equipar um ambulatório de pesquisa para acompanhamento de crianças expostas ao vírus, que trabalha de maneira inédita no Brasil. “Nosso estudo é o único no Brasil que tem acompanhamento das gestantes e das crianças. Acompanhamos crianças normais que nasceram no mesmo período e comparamos com as doentes. Vemos quais as diferenças nos dois casos e conseguimos avaliar os riscos”, explica Saulo Duarte Passos, pesquisador principal do COHORT Zika-Jundiaí e professor titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O projeto de acompanhamento de mães e crianças teve início em março de 2016, dentro da Faculdade de Medicina de Jundiaí, mas não contava com os equipamentos necessários para o desenvolvimento adequado da pesquisa e tratamento de todas as crianças. Foi apenas em 2018, quando Passos teve contato com o Rotary Club local que o projeto do ambulatório de pesquisa começou a se tornar realidade. “Tivemos muitos casos de Zika na região e o professor Saulo foi convidado para dar uma palestra no Rotary sobre a pesquisa que ele estava liderando”, conta Alexandre Censi, membro do Rotary Club Jundiaí -Serra do Japy, que liderou o projeto. “Ele nos passou a descrição dos equipamentos e os benefícios que poderiam ser colhidos com isso”, complementa. Com o espaço cedido pela prefeitura da cidade e pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, foi possível realizar a instalação do ambulatório, que é ligado ao Hospital Universitário. O Rotary de Jundiaí equipou 100% do ambulatório, o que inclui aparelhos de uso médico, mobília e equipamentos de informática. O total investido foi de US$ 39.500, com apoio do Rotary Club Central Chester County, de Lionville, Pensilvânia, nos Estados Unidos, e da Fundação Rotária. “O objetivo da pesquisa é entender a Síndrome da Zika Congênita, seus fatores de risco e a evolução da criança”, destaca Passos. “O ambulatório acompanha o desenvolvimento neuropsicomotor, o crescimento e desenvolvimento da criança (peso e altura), e as complicações que a doença causa”, diz. O médico e sua equipe acompanham 690 mães desde a gestação e outras 133 que entraram no estudo posteriormente, em um total de 823 casos estudados. Deste total, 58 crianças nasceram com microcefalia e estão sendo tratadas e estudadas pela equipe de Passos, composta por 15 profissionais. No ambulatório, que ao mesmo tempo que presta atendimento médico, serve de local de pesquisa sobre o Zika vírus e suas consequências, a equipe acompanha cerca de 500 crianças, com e sem microcefalia, fazendo a comparação entre elas para analisar os efeitos do vírus. As crianças sem microcefalia fazem parte do grupo de controle (aquele com o qual se compara o grupo que está sendo avaliado). Passos destaca a importância desse grupo de controle, já que há fatores de risco que aumentam a chance de mulheres gestantes terem filhos com microcefalia. Alguns desses fatores são a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, obesidade e hipertensão, entre outros de menor relevância. Há, porém, crianças que desenvolveram microcefalia por outros fatores, que não a infecção pelo vírus. “Muitas crianças com microcefalia tiveram restrição de crescimento intrauterino, que tem inúmeras causas”, conta o médico. Existem ainda as crianças que nasceram com microcefalia sem que isso esteja relacionado ao Zika vírus, mas sim a outros patógenos. Com tantos fatores a serem analisados, a equipe de Passos faz o acompanhamento mensal das mães e das crianças. As que têm microcefalia fazem diferentes tratamentos, como de fisioterapia e fonoaudiologia. Elas também têm atendimento pneumopediátrico, de infectologia, odontologia e musicoterapia. Uma sequela comum que o Zika vírus também deixa nas crianças é a deficiência visual. De acordo com o médico, 25% das crianças com mães que foram expostas ao vírus tiveram problemas de visão, explica Passos sobre descoberta feita em parceria com o Instituto de Psicologia da USP. O envolvimento do Rotary Club de Jundiaí no projeto do ambulatório de pesquisa foi benéfico para os dois lados. Ao liderar o projeto dentro do clube, Censi conta que aprendeu bastante sobre o tema enquanto o estudava para o desenvolvimento de seu trabalho. “Para escrever o projeto, eu o acompanhei por cerca de seis meses. É muito importante para nós, membros do Rotary, saber se o investimento será bem aplicado”, aponta. Já o professor Passos destaca “a amplitude do que o Rotary fez” para o projeto. Ele conta que o ambulatório, além do trabalho sobre o Zika vírus, também dá assistência a crianças que saíram da UTI, da enfermaria e ainda para prematuros. “Essas crianças terão um espaço com atendimento por médicos especialistas, que não seria possível se não tivéssemos o ambulatório”. O trabalho de pesquisa sobre o Zika vírus realizado em Jundiaí é feito em parceria com instituições nacionais e internacionais, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp), Universidade de São Paulo (USP), Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Universidade de Barcelona, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade do Sul da Flórida, Universidade de Estocolmo e o Ministério da Saúde do Brasil.

Em 13/05/2020

Tem Início o PETS do Distrito 4571

Na noite de hoje (08/05) teve início o PETS (Seminário de Treinamento de Presidente Eleito). O treinamento que contou com a participação de cerca de 125 Rotarianos. Palestras como "O Rotary no mundo Contemporaneo" e  "O Seu ano como Presidente" apresentadas pelos Governadores Paulo Eduardo Fonseca e Xico Reis (Instrutor Distrital) deram um brilhantismo a noite. Este PETS que será marcado como o primeiro no modelo virtual do Distrito certamente teve a aprovação por parte dos participantes. A Governadora eleita Kassima Timoni Góes Campanha disse estar totalmente feliz e satisfeita com o comprometimento de todos.

Em 08/05/2020

Tem Início o PETS do Distrito 4571

Na noite de hoje (08/05) teve início o PETS (Seminário de Treinamento de Presidente Eleito). O treinamento que contou com a participação de cerca de 125 Rotarianos. Palestras como "O Rotary no mundo Contemporaneo" e  "O Seu ano como Presidente" apresentadas pelos Governadores Paulo Eduardo Fonseca e Xico Reis (Instrutor Distrital) deram um brilhantismo a noite. Este PETS que será marcado como o primeiro no modelo virtual do Distrito certamente teve a aprovação por parte dos participantes. A Governadora eleita Kassima Timoni Góes Campanha disse estar totalmente feliz e satisfeita com o comprometimento de todos.

Em 08/05/2020

Reuniões | 20:00
Rua Pinheiros,120 Cep: 11680-000